Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Granjinha/Cando

e Vale de Anta... factos, estórias e história.

Granjinha/Cando

e Vale de Anta... factos, estórias e história.

...

17
Abr13

 

 

PARABÉNS!

 

 

Hoje é aniversariante um VALDANTINO de eleição e amigo da GRANGINHA.

 

Bem gostávamos que andasse mais por perto da sua «Groiva» e da «Aberta da Ti’Aurora».

 

Mas ele que não se esqueça de que lhe falta contar-nos muitas e muitas histórias, naquele seu jeito especial de no-las contar no seu Blogue, de tirar retratos a milhentos encantos, pormenores e «acontecimentos acontecidos» da nossa VALDANTÁLIA.

 

Claro que todos deram conta de que estou a falar do ZÉ d’ARMINDA, o «Chefe»!

 

Deixamos aqui expresso o testemunho da nossa amizade e do enorme apreço pela devoção que sempre tem manifestado por VALDANTA, a sede de Freguesia e suas ALDEIAS.

 

PARABÉNS, ZÉ PEREIRA!

 

 

 

Luís da Granginha

Rotas Turísticas...

16
Jun12

Granjinha

A Granjinha pertence ao município de Vale de Anta, a sudoeste de Chaves (distrito de Vila Real), numa das margens do rio Tâmega. A sua origem deve-se à ordem de Cister.
O topónimo, de origem agrícola, talvez fizesse referência à palavra latina granu-, e devia estar relacionado com os núcleos de povoação fundados dentro do território de dita ordem monástica, embora os vestígios arqueológicos testemunhem uma ocupação anterior.
A capela da aldeia foi construída no séc. XIII e foi declarada Imóvel de Interesse Público. É um dos mais interessantes templos românicos da zona, por causa da sua singularidade e da sua decoração. No seu perímetro foram encontrados vários vestígios de época romana, já que o edifício foi erigido sobre uma antiga vila, situando-se na via que comunicava Chaves (Acquae Flaviae) e a atual Braga (Bracara Augusta). A capela foi restaurada em distintas fases durante o século passado e foi numa dessas intervenções, em 1986, que se descobriu a vila romana.
O facto de a região possuir um terreno propício à agricultura, facilitou a continuidade de alguns povoamentos, que deram lugar a algumas das atuais localidades, numa sequência de ocupação que vem desde a Idade do Ferro.

 

O Plano de Intervenção Românico Atlântico é um projeto de cooperação transfronteiriça para o património cultural que prevê intervir em edifícios românicos das províncias espanholas de Zamora e Salamanca e nas regiões portuguesas do Porto, Vila Real e Bragança. COLABORAM:

Junta de Castilla y LeónIberdrolaPortugalLogotipos